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Minha trajetória na tecnologia passou por fases bem distintas.
No início, como desenvolvedor .NET (pro-code), meu foco era segurança manual: sanitização de queries, OWASP, prevenção contra SQL Injection e controle rígido de infraestrutura.
Em seguida, trabalhei com soluções corporativas da CA Technologies. Ali a dinâmica era de "caixa-preta": o objetivo do dia a dia era entregar a demanda e fazer o fluxo rodar, sem que a cultura de governança de código ou melhores práticas de plataforma fossem o centro das discussões.
Até que cheguei ao ecossistema ServiceNow.
A surpresa inicial foi ver que a plataforma já resolvia nativamente muitas das dores do pro-code. Mas logo veio a grande lição: por ser uma plataforma extremamente flexível e extensível, as boas práticas não sumiram—elas se tornaram vitais.
Tratar ServiceNow como mero código solto ou ignorar sua arquitetura gera impacto direto em upgrades e escalabilidade. O meu maior divisor de águas foi parar para ler a documentação a fundo, entender a ordem de execução nativa e adotar a mentalidade de que a melhor solução geralmente é a que respeita o padrão da plataforma. Essa virada me transformou em um consultor e defensor ferrenho de boas práticas.
Estou participando do #LearnOutLoud da ServiceNow University para reforçar que evoluir em tecnologia é um processo contínuo de desaprender velhos hábitos para abraçar novas visões de arquitetura.
Passo a bola para grandes nomes como Praxedes, Schiavi, Bruno, Karin/
Qual foi a maior mudança de mentalidade que você precisou fazer ao migrar de stack?
🔗 Conheça: servicenow.com/university
🔗 Participe: https://devlink.sn/LearnOutLoud-Community
#LearnOutLoud @Servicenow
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